SPHAERANTHUS: Anti-obesidade, Antioxidante, Cicatrizante, e muito mais! ⠀ - Extratus Vida

SPHAERANTHUS: Anti-obesidade, Antioxidante, Cicatrizante, e muito mais! ⠀

Sphaeranthus indicus L. é uma erva multi-ramificada com flores roxas redondas que cresce abundantemente em campos de arroz, é distribuída por toda a Índia, Ceilão, Malay, China e África. É usado nativamente no sistema indiano de medicina tradicional como um remédio para várias doenças. Quase todas as partes da planta são úteis. As folhas da planta são comidos como um pote de ervas que apresenta propriedades ansiolíticas, macrofilaricida,
antimicrobiana, e inseticidas. As partes aéreas da planta são ricas em óleos essenciais, glicosídeos e eudesmanoids, juntamente com alguns sesquiterpenes descaracterizados, glicosídeos fenólicos e lactonas sesquiterpênicas.

Antidepressivo, ansiolítico, analgésico, anti-inflamatório, anti-obesidade, imunomodulador, antimicrobiana, antioxidante, hipoglicemiante, hipolipemiante, cicatrizante, melhorar a aprendizagem, aumenta os níveis de testosterona.

O estresse oxidativo desempenha um papel importante na geração de radicais livres na patogênese do diabetes e suas complicações. A auto-oxidação de glicose e a glicação não enzimática de proteínas ocorre durante a hiperglicemia persistente, e isto pode causar perturbações da função celular e dano oxidativo das membranas celulares devido ao aumento do nível de radicais livres.

Estudos pré-clínicos foi realizado para investigar o efeito antidiabético, anti-hiperlipidêmico in vivo do potencial antioxidante do extrato de Sphaeranthus. A administração do extrato de S. indicus melhorou o peso corporal em ratos diabéticos em comparação com ratos diabéticos obesos não tratados e indicou efeito preventivo sobre a degradação de proteínas estruturais. O extrato de Sphaeranthus demonstrou altas atividades hipoglicemiantes através de vários mecanismos, tais como melhorar a sensibilidade à insulina, aumentar a secreção de insulina
dependente da glicose, estimulando a regeneração das ilhotas de Langerhans no pâncreas.

Fonte: www.florien.com.br

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